Resíduos comuns podem ser comparado aos resíduos domiciliares que não apresentam risco biológico, químicos, radiológicos, à saúde e ao meio ambiente.São constituídos por sobras e do preparo de  alimentos (cascas de frutas, verduras, borras de café, etc.),  papel higiênico, absorventes higiênicos, restos de podas e jardinagem, resíduos provenientes de áreas administrativas  e uma grande diversidade de outros itens.

1 – Segregação:

A segregação é realizada no próprio local de geração, separando somente o que é reciclável e não reciclável. 

2 – Acondicionamento:

Para os  resíduos do Grupo D deve ser utilizado saco para resíduo na cor preta,  recipiente na cor  preta identificada com o símbolo de material não reciclável. Os funcionários da empresa terceirizada de limpeza retiram os sacos e fecham com nó duplo e levam até o abrigo externo. Vidro quebrado e material perfurocortante não contaminado devem ser descartados em caixas de papelão ou embrulhados em jornal e embalados no saco preto, devidamente identificado e etiquetado.

3 -Tratamento:

Esses resíduos não necessitam de tratamento específico.

Os  resíduos considerados comuns devem ser destinados a aterros licenciados.

Transporte e destinação final

  • Para os resíduos comuns não recicláveis a  empresa coletora do Município de Ribeirão Preto (SP) – ESTRE   efetua o recolhimento e o transporte até destinação final do transbordo  do Aterro Sanitário, localizado na Rodovia Mário Donegá, Km 05 + 200 metros.

 

Recipiente para resíduos comuns
Saco para resíduos comuns